

ESPANTOS de Eunice Correia
Sementeira- Bolsa De Novas criações para o alentejo
Sementeira- Bolsa De Novas criações para o alentejo
Espantos de Eunice Correia
SINOPSE
ESPANTOS são um casal, idoso, numa aldeia do Alentejo. É uma visita à sua intimidade, rotinas, saudades, e solidões e amor, amor esse que os faz resistir ao tempo á solidão e ao desalento.
A solidão é brindada com a chegada de um jovem carteiro e uma surpresa aproxima-os do mundo exterior, da ideia de que alguém lhes quer ainda escrever. O carteiro jovem, urbano, com um sentido de amor muito próprio, que percebe nunca ter entregue correspondência naquela casa e decide iniciar uma troca de cartas anónimas.
Entre humor, alguma melancolia e pequenos gestos de ternura, este encontro de gerações revela fragilidades, desejos e memórias, abrindo espaço para um diálogo sensível sobre o tempo, o isolamento e a necessidade de afeto.
Cruzando o trabalho do actor e marionetas, Espantos constrói um universo poético onde corpo, memória e identidade coexistem.
O espectáculo propõe-se como um gesto de escuta e devolução, onde a juventude e a velhice se encontram para celebrar a persistência do humano.
Espantos nasce da chegada de dois “jovens” empurrados pela precariedade a uma aldeia do interior do Alentejo, e do encontro com um espaço e tempo abandonados como matéria de reflexão artística.
FICHA TÈCNICA E ARTÍSTICA
Projecto criado no contexto da Sementeira 03
Criação colectiva: Cia. Mefisteatro
Encenação: Eunice Correia
Intérpretes: André Consciência, Eunice Correia e Pedro Estevam
Direcção técnica e Desenho de luz: Pedro Estevam
Dramaturgia: Eunice Correia
Cenografia e Marionetas: Cia. Mefisteatro, Cristina Pereira e José Ramalho
Figurinos: Cristina Pereira
Consultoria Artística: José Ramalho
Video e Fotografia: Sérgio Marques
Música e design: André Consciência
Produção Sementeira/Antípoda Ac.
Co-Produção O Espaço do Tempo, Alma d’Arame, Pó de Vir a Ser e CAE Portalegre. Parceiros: Um Colectivo Câmara Municipal de Viana do Alentejo, Câmara Municipal de Mértola.
Financiamento: Ministério da cultura juventude e desporto/Direcção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Évora, Fundação Eugénio de Almeida e CCDR Alentejo.

BOBA DA CORTE de Gaya de Medeiros
AntropoCENA - C/ pó de Vir a Ser (ENSAIO ABERTO)
LitoCENA — parceria entre a Pó de Vir a Ser e a Antípoda — que convida um/a artista a residir em Évora, durante um mês, e a apresentar publicamente o seu trabalho no Festival RASCUNHO
SINOPSE
BOBA DA CORTE é um projeto que nasce do desejo de olhar para uma geração de filhos e filhas que nasceram de pais pobres mas que ascenderam socialmente e que se deram ao luxo de sonhar.
Com humor afiado, entrega total e olhar impiedoso de uma bêbada (sobre ela mesma e sobre os outros), BOBA DA CORTE é tentativa de cura e dedo na ferida, é autoficção e retrato sociológico de uma classe média delirante.
FICHA TÈCNICA E ARTÍSTICA
Ensaio aberto no contexto do Projecto LitoCENA
Criação: Gaya de Medeiros
Apoio à criação: Rúben Sabadinni
Criação musical: Ricardo Almeida
Espaço cênico e iluminação: Tiago Cadete
Medição: Úrsula Mendoza
Produção: Daniela Leitão
Gestão: Irreal - Marta Moreira
Apoio em residências: O Espaço do Tempo, , Pó de Vir A Ser e Festival Rascunho/Antípoda A.c.
Coprodução: ARTEMREDE e os Municípios de Abrantes, Alcanena, Almada, Barreiro, Lisboa, Palmela, Santarém, Sesimbrae e
Apoio: República Portuguesa - Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes.